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Foi distribuído recentemente pelo Presidente da Junta de Freguesia de Mondim de Basto, uma nova carta aberta, que supostamente pretende denunciar as condições em que vive uma família cigana na sua Freguesia, Concelho de Mondim de Basto.

A repetida denúncia pública, desta vez oportunista e violenta, visa principalmente atacar o actual executivo, recorde-se, eleito há menos de um ano.

Oportunista, porque Fernando Gomes, no dia em que enviou a carta aberta, sabia da solução encontrada, que aguardava apenas a realização de uma reunião de câmara para aprovação. A 19 de Julho, a advogada da Junta de Freguesia questionou a Câmara Municipal sobre o realojamento da família cigana. A resposta seguiu a 31 de Agosto por carta registada e nela constava, inclusive, o teor da proposta. A 6 de Setembro, altura em que pela primeira vez a carta aberta foi publicada, Fernando Gomes sabia exactamente qual a solução encontrada pela autarquia, para um problema que ele não conseguiu resolver em cinco anos que leva de mandato.

Violento, porque acusa de forma leviana e desonesta, alguém que há muito luta de forma incansável pela melhoria das condições de vida de todos os Mondinenses sem excepção. Ao contrário de Fernando Gomes, que parece antes preferir, utilizar a por si classificada "miséria humana", para se colocar em "bicos de pés" nos órgãos de comunicação, expondo famílias de forma desnecessária sem que dessa forma obtenha qualquer resultado concreto.

Mas a carta aberta publicada, merece da nossa parte um último comentário. Na sua tentativa para se justificar, Fernando Gomes, classifica de forma preconceituosa e xenófoba, a "cultura malandra das tradições ciganas". Este facto é grave! Vindo de alguém que organizou colóquios e conferências sobre a integração e defesa das minorias étnicas, como aconteceu em 2007, e que contou com a participação do Gabinete de Apoio às Comunidades Ciganas, então estamos perante uma afirmação muito grave!

A Acção Social dispensa exposições desnecessárias e afirmações preconceituosas que promovem a exclusão. A Acção Social dispensa ataques levianos, que prejudicam o trabalho cooperativo, essencial para obter os resultados desejados. Ao contrário do sugerido pelo Presidente de Junta de Mondim, o actual executivo conseguiu em 10 meses aquilo que outras entidades não conseguiram, nomeadamente no caso do Presidente de Junta, em 5 anos.

A política social faz-se com dignidade, elevação, responsabilidade e reserva, não com truques baixos e oportunistas de quem pretende apenas, fazer deste nobre espaço de trabalho, um meio de conseguir a atenção dos órgãos de comunicação social.

Aproveitamos para registar, o final de mais uma luta da Vereadora do Pelouro da Acção Social, visada pela carta do presidente de junta, que conseguiu encontrar uma resposta que serve os interesses de todos os envolvidos.

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